31/03/11

e me perguntam onde é que eu tô e cadê eu.
como um jogo, me procuram nas esquinas.

ah, rapazes,
ah, moças,
estou e sempre estive em casa.
perto do coração selvagem.
minhas saias a rodar.

1 comentários:

Maurício Campos disse...

acho que essa é a vez mais próxima que pude chegar de seus textos. Eu, realmente, sei do que está falando.